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Despedida elegante de Paula Baraldi
Ficar sem assistente não é nada bom.Mas quando é por bom motivo, não tem o que discutir e dar apoio. Neste ano último, Paula Baraldi foi minha querida assistente . Ela entrou no último ano de Moda e quer se dedicar integralmente ao Seu TGI.
Ela mandou email elegante para sua despedida . Estou publicando aqui este email para as pessoas saberem como proceder numa hora dessas!!!
Boa sorte , Paulinha, Muito Sucesso ! !
Oliveros,
Antes de mais nada gostaria de agradecer pela oportunidade que você me deu, lá trás, sem nem me conhecer você respondeu aos meus e-mails, sempre muito solícito e ainda me indicou quando surgiu a oportunidade, não teria nem palavras pra dizer o quanto isso foi e é importante pra mim.
Desde que comecei a trabalhar com a Sandra sempre quis trabalhar diretamente com você, porque sabia que teria muito a aprender. Aprendi e continuarei sempre aprendendo.
Estar com você no UOL representa muito pra mim, foi uma espécie de escola onde procurei sempre dar o meu melhor e superar suas expectativas, mesmo tendo deslizado algumas vezes nunca foi intencional, pode acreditar.
Admiro muito seu trabalho há bastante tempo, adoro a forma como você escreve, sem firulas de modo claro, direto e didático mas com muita personalidade e esse também é um dos motivos de eu ter orgulho de dizer que trabalho com você.
Nesse tempo todo trabalhando juntos pude conhecer um pouco melhor o homem por trás da “personagem”, e vou sempre lembrar de tudo, inclusive das “bronquinhas” com muito carinho, porque sem dúvida tudo fez parte da minha formação.
Você bem sabe como são os ciclos da vida, e eu sinto que estou encerrando um ciclo para iniciar outro, agora estou naquela fase em que preciso me dedicar integralmente ao meu trabalho de graduação, indo atrás de costureiras, modelistas, piloteiras e sei que não conseguirei mais dar conta da coluna como antes.
Não estou abandonando o barco e vou finalizar as que já haviamos combinado e fico também a disposição para explicar o trabalho para alguém e te ajudar sempre que necessário, claro!
Espero que você não fique chateado, porque é com dorzinha no coração que estou “optando”.
Não quero nunca perder o contato com você, inclusive gostaria muito que você fosse assistir minha banca no TG!
Acredito muito que as coisas não acontecem por acaso, e que tudo depende da energia do momento, e isso me levou a trabalhar com você, espero que no futuro trabalhemos novamente juntos, isso com certeza não é uma despedida definitiva!
Muito obrigada por tudo, Oliveros!
De coração!
Beijos “chefito”
Paulinha
HORA H desta semana é sobre cuecas
De vez em quando cai umas pautas na mão que sinto alguma dificuldade em desenrolar. Cuecas é uma delas. Não sabia nem por onde começar. Eu sou do tipo que usa somente cuecas brancas, então, não daria mais do que 2 parágrafos a matéria.
Todavia me lembrei que na Copa do Mundo, o jogador portugues Cristiano Ronaldo tinha sido eleito pela D&G como novo garoto propaganda da linha de cuecas da marca italiana substituindo o David Beckham. Era um bom começo.
E lá fui eu pesquisar como se deu esta febre de propagandas com homens de cueca. Me lembrei do Mark Mark para Calvin Klein e acertei na mosca. Em 1983, Bruce Weber fotografou o jogador de pólo aquático nascido no Brasil Tom Hintnaus, que se tornou o primeiro homem a ser fotografado para uma campanha de cueca. A revista “American Photographer” a escolheu como uma das 10 fotos que mudaram a América.

Bruce Weber fotografou o jogador de pólo aquático nascido no Brasil Tom Hintnaus para Calvin Klein
Bem bacana esta história. Pronto, juntei a pesquisa histórica sobre a peça, e já tinha mais da metade do texto. Depois, no álbum de produtos montados pela Paula Baraldi descobri uma infinidade de cuecas coloridas e com diferentes padronagens! Tendência em matéria de roupa íntima masculina. Pronto, o texto estava completo! Veja como ficou na íntegra.

Veja no album de produtos da HORA H modelos de cuecas variados
HORA H ensina passo a passo para usar cachecol
Eu nunca tinha feito um passo a passo na HORA H. Quando estava escrevendo o texto sobre cachecóis, vi que para ensinar como usar de diferentes maneiras um cachecol, tinha que fotografar. Bom, eu sou péssimo fotógrafo, e pedi para meu amigo carioca Marco Bransford, guia de turismo, que estava hospedado aqui na pousada, para me fotografar.
Depois olhando as fotos, achei meio estranho eu estar lá coluna. Sei lá. Então, falei com outro amigo, Wes Souza. que já trabalhou como modelo internacional para ele servir de modelo. Ele estava vindo de uma pauleira de trabalho no restaurante que ele tem aqui em Ubatuba, os Prazeres do Mar que fica no Wembley Inn na praia das Toninhas. E eu de fotógrafo péssimo o resultado não saiu assim, na época que ele modelava em Paris e Milão, claro:

Mas no final das contas, serviu para um monte de homem que ainda não sabe amarrar um cachecol. As fotos e as sugestões de cachecóis estão no album do HORA H. Servição em busca do homem mais elegante. RSRS

Não tenho como agradecer pelo favor que o Wes fez pra mim, que em pouco tempo se tornou meu melhor amigo aqui em Ubatuba!
Merci Beaucoup, mon ami!
Hora H: um ano de dicas em 50 matérias!
Há um ano que minha querida Carolina Vasone me convidou para assinar uma coluna de moda e estilo masculino na UOL, e acabei batizando de HORA H. Deppis ela tirou licença maternidade e tive como editor outro amigo, o Antonio Farinaci, com quem já tinha trabalhado antes no mesmo portal.

De lá para cá foram 50 matérias abordando como temas a moda em primeiro lugar, depois beleza, análise das temporadas de moda masculina, dicas e muitos e muitos produtos em cada uma. A fórmula é simples: escolha de um tema, um texto falando sobre a questão abordada, que geralmente vem com algum fato histórico, opinião de algum especialista da área, e um álbum de imagens com produtos relacionados.
No começo, as matérias eram muito grandes porque eu ainda não desmembrava as matérias. Ou seja, ao invés de falar de tipo de tênis, por exemplo, falava de todos. Com o tempo fui aprendendo a separar as coisas em categorias e o que fez que as pautas se multiplicassem.

Outra dificuldade que eu tinha era com o album de produtos. Mandava as pautas para as assessorias e elas me enviam as sugestões com centenas de peças por email. Era uma tortura porque eu estava acostumado com revista e lá eu via tudo ao vivo, selecionava as peças, fotografava, então o controle e a organização eram muito maiores. E tem os créditos que sempre me enlouqueceram. Checar a descrição, o preço, o telefone de contato.
Eis que em setembro do ano passado, a Paula Baraldi que tinha sido assistente da Sandra Godoy que trabalhava comigo numa revista masculina, me procurou pedindo para ser minha assistente. Foi um presente dos deuses. Ela entra em contato com as assessorias, me envia os produtos e os créditos, deixa tudo organizado, então tenho mais tempo para as pesquisas e redação dos textos.
Não sou um chefe muito fácil, confesso! Dou bronca, exijo muito, elogio pouco. Mas no fim das contas, nos entendemos muito bem. Antes de tudo, considero um bom chefe aquele que sabe executar o trabalho que está pedindo. Como fui produtor, sei fazer este trabalho relativamente bem, mas confesso que sou ruim nos detalhes. A Paula é superorganizada, pontual e muito educada. Então, ela tem muitos e muitos pontos neste tempo de trabalho.
Como toda a coluna ela começou com poucos produtos, e foi crescendo, crescendo. e hoje temos álbuns que chegam a 100 peças. Tudo bem é um exagero, mas revela o interesse das marcas na coluna. Já recebi emails de marcas importantes e de luxo, inclusive, que querem ver seus produtos expostos lá. Isto e prestígio.

Uma vitória grande também é a presença constante na Home do UOL, e muitas vezes no rotativo principal da página inicial do portal. Para quem olha parece simples, mas não é. Para se ter uma idéia, cada tema e subtema que está na barra de assuntos do portal, tem suas editorias específicas. Quando se coloca uma matéria no ar, a primeira coisa que cada editor e jornalista fazem, é enviar para 0s editores da Home as sugestões do que fizeram, ou seja, são centenas de sugestões por hora.
E o que tudo isto quer dizer? Que a moda masculina é assunto que de fato interessa aos homens e também para as muitas mulheres que ainda tem a árdua tarefa de ajudá-los a ter cada vez mais estilo!
No mais, muito obrigado a todos os leitores, a todas as meninas do UOL Estilo, a Paula Baraldi, as assessorias de imprensa, as marcas, por mais este trabalho em conjunto!
Aqui você tem a relação de todas as matérias. É só ir um pouco abaixo da barra de rolamento que elas aparecem!
Segunda-feira é dia de HORA H
Comecei a série de matérias sobre as peças-chaves masculinas de inverno no HORA H com a reedição das botinas, coturnos e botas. Agora nesta semana é a vez das blusas de lã.

Malha azul com capuz inspirada em moletom, R$ 379; na Redley. (Tel.: 11 3031-8377)
As novidades nesta temporada são os cardigãs esportivos e as blusas com capuz inspiradas nos moletons. Tem também aquelas dicas de estilo, que na verdade, são coisas de bom senso, na maioria dos casos, como:
“Na hora de escolher um modelo de tricô é importante prestar atenção ao tipo de gola. Malhas fechadas com gola em V são ótimas para usar com gravatas. Já as de gola careca (redonda) escondem o nó da gravata, por isso não caem bem. Prefira usar os tricôs de gola careca com camisas sociais ou casuais com o colarinho usado para fora. Golas fechadas com zíper e do tipo pólo são informais e combinam com camisetas de golas redondas. Evite a sobreposição de golas como o uso de malhas do tipo pólo com camisas de colarinho”.
Mas se você já tem bom senso, vale mesmo dar uma olhada no álbum de sugestões bem variadas das blusas. Hummm tem umas pra lá de muito bacanas.

Apaixonado por esta blusa cinza e preto degradé com gola cachê-coeur; R$ 620, na Gant (Tel.: 11 3083-3574)
HORA H traz análise dos desfiles masculinos
Este ano repeti a dose da análise dos desfiles masculinos da temporada. A proposta da Carol Vasone era entender por onde a moda feita para homens avançava. Como eu fui acompanhando a temporada desde a Cssa de Criadores até Paris, já tinha várias anotações feitas.

Desfile da Dior Homme (Foto: Laurent Cipriani/AP)
O que me chamou mais atenção era a forma como os estilistas mostravam um desejo de um homem que eu não diria feminino, mas que seu corpo estava muito em evidência. Como escrevi:
Desta forma, os blazeres se tornam mais acinturados, o comprimento do shorts sube vertiginosamente, enquanto os decotes e cavas se aprofundam. As camisetas ganham formas soltas com direito a drapeados. Camisas e casacos se alongam e ganham ares de vestidos. A transparência de tecidos, antes femininos, ganha a companhia de telados e nylons fininhos, que revelam o corpo masculino. Tivemos até estampa de onça, a preferida das “peruas” ao redor do mundo.

Desfile da British Colony (Foto: Alexandre Schneider/UOL)
Assim fui selecionando as imagens que mostravam estas peças. Como sabemos, algo se torna tendência quando em diferentes lugares, os mesmos inputs estão lá. Então, para cada um dos blazeres curtos, por exemplo, selecionava peças de todas as semanas de moda.
Foi bem interessante fazer este texto porque foge do padrão serviço da coluna com suas dicas e álbuns de produtos. A surpresa foram os emails dando os parabéns pela análise. Eu quando entreguei, achei que ia ser justamente ao contrário.
O moda masculina vai avançando e um dia estaremos bem livres.
FM muda de mala e cuia para Ubatuba
Hoje é o meu primeiro dia como morador de Ubatuba. Vim para cá com intuito de pensar melhor na vida, me afastar um pouco dos eventos de moda, e buscar novos caminhos.

Vou continuar a escrever o blog, a coluna HORA H no UOL, e trabalhar a Pousada Finca Espírito Santo como um lugar para locação de comerciais, catálogos, vídeos, outros projetos especiais, assim como ajudar a receber os hóspedes por aqui, coisa que aprendi bem na época do Vegas e do DEdge.
Estou no período de adaptação, véspera de feriado, mas com animo e fé renovados, porque acho que tomei a atitude certa, na hora certa, o que é raro na minha vida (rs).
Daqui há pouco me acostumo com tudo e retomo o ritmo normal daqui, ok?
Conheça Christiano D’Carlos e suas camisas sob medida
Hora H desta semana é sobre camisas brancas, que de tão grande que ficou a matéria, foi dividida em 3 partes: texto sobre camisas, tecidos e álbum de produtos. Quando comecei a fazer o texto, tinha muitas dúvidas e resolvi procurar um camiseiro e achei o Christiano D’Carlos da Turquesa São Paulo.

Foram quase duas horas de conversa e fiquei impressionado não só com os conhecimentos técnicos dele, mas com sua profunda paixão pelo ofício. Ele também tem um blog, no qual ele pode dividir seu conhecimento com mais gente. D’Carlos escreve muito bem e com simplicidade.
Eu tenho fascínio por tecidos, apesar de conhecer menos que deveria e foi por eles que comecei a entrevista. Ele explicou tudo, desde o que é um tecido (urdidura x trama), sobre a titulagem (fio 100, 120, 200) e os tipos de tecidos mais usados na camisaria.
Depois ele me enviou fotos dos tecidos para a matéria, além de outras lindas do Duda Covett, que depois descobri que também tem um blog incrível sobre fotografia.
Na hora de reconhecer os tecidos, fiquei com dúvida entre a diferença entre um Oxford e um Pin Point. Mais uma vez, ele respondeu com rapidez impressionante:
“Eu costumo brincar dizendo que o pinpoint é o primo mais chique do Oxford porque o Pin Point possui a trama mais “ batida” ou seja, os fios são mais compactos sendo que o Oxford já possui uma trama mais aberta e a textura é maior”

A trama mais aberta do Oxford

Trama fechada do Pin Point
Assim ficou fácil de entender, não?
Outra surpresa durante a entrevista. Eu ganhei uma camisa no final de ano com o caseado para abotoaduras. Ela chegou com nozinhos no lugar das abotoaduras, mas eu nunca imaginei que poderiam ser usadas…
D’ Carlos falou que estes nós feitos de seda eram uma forma moderna e casual para substituir a certa sisudez das abotoaduras de metal. E disse que servem como um contraponto para as camisas. Muito bom, não?

Abotoadura de nós de seda (foto: Duda Covett)
Quando perguntei se eu creditaria ele como camiseiro, ele me disse que preferia estilista: “Eu pesquiso muito, procuro soluções novas para as camisas, busco identificar as questões dos clientes, então tem um processo de criação envolvido nas camisas sob medida”. Concordo e assino embaixo.

Moldes de camisas sob medida da Turquesa São Paulo (foto: Duda Covett)
Outra coisa que observei foi a completa honestidade do D’Carlos. Perguntei a certa altura do campeonato qual seria uma boa camisa: “Claro que uma camisa de algodão egípcio de fio 200 poderia ser comparada a uma Ferrari das camisas. Mas vou dizer, ela amassa muito, porque é um tecido com excelente toque e caimento, mas uma de fio 120 vai ser mais útil para o homem”.

Camisa sob medida da Turquesa São Paulo (foto: Duda Covett)
No show room fiquei impressionado com as caixas, o logo e sua cor, o capricho, dedicação e carinho como tudo é tratado. De uma maneira moderna, evoluindo num mundo tão clássico. Tanto que mudei o título da matéria no final das contas. Porque a camisa evolui sim nos detalhes, como a própria moda masculina.
Eu fiquei com uma vontade louca de ter uma camisa sob medida. Afinal, tenho o pescoço mais largo e as mangas sempre ficam mais compridas que deveriam e tem que ser acertadas, sempre. Mas isso fica para o futuro.
Foi uma manhã muito boa. É isso que faz a diferença. Eu nunca mais vou olhar uma camisa do mesmo jeito! Espero que quem leia a coluna HORA H também. Aprender nunca é demais!
Hora H: quando a moda é um coadjuvante
Nesta semana, Hora H fala das águas de março fechando o verão, como na música do Tom Jobim. A dúvida era como tratar de um assunto delicado para nós paulistanos que por diversas vezes sentimos de perto os efeitos catastróficos das chuvas contínuas em janeiro e fevereiro.

Então, ao invés de escrever somente sobre roupas e acessórios, fui atrás de um meterologista que explicasse os por quês deste aguaceiro todo e saber como ficaria o mes de março, se teríamos mais chuvas ou não.
Depois liguei para a Coordenadoria da Defesa Civil de São Paulo para saber o que fazer em caso de tempestade e raios.
Achei que foi uma forma digna, meio um serviço mesmo, para falar do assunto.Claro que tem o álbum com um monte de sugestões de roupas e acessórios, mas neste caso, foi um complemento da matéria e não a figura central.
Hora H nas semanas de moda+video de Bruce Weber para YSL
As pautas de janeiro da coluna HORA H se concentraram nos balanços da moda masculina apresentadas nas semanas de moda, incluso Fashion Rio, SPFW, Milão e Paris.
Ao invés, de falar de um modo geral do que acontece nestas semanas, minha forma particular de mostrar isso ao público masculino, que é muitíssimo diferente no comportamento feminino, muito mais pé no chão, foi eleger peças importantes que se repetem em diferentes desfiles, ou seja, detectar uma tendência de consumo que pode virar moda. Sim, porque moda não é o que se apresenta nos desfiles, pois o que vira moda, é aquilo que ganha as ruas.

A Redley mostrou casacos de nylon e neoprene entre os melhores da temporada (foto: Agencia Fotosite para FFW)
Como faz parte do meu estilo de escrever, explico as origens do nylon e do neoprene, para que o homem entenda que nada é por acaso na evolução da moda.

Alexandre Herchcovitch é o melhor exemplo de alfaiataria casual (foto: Agencia Fotosite para FFW)
Agora, estou as voltas com os 50 desfiles que ocorreram em Milão e Paris. O que estou notando, com raríssimas exceções, é uma moda menos ousada, uma volta (??) a silhueta mais skinny, alternando com shapes mais confortáveis, inspirados no esporte, o uso predominante do couro nos casacos, e muita calça enfiada dentro dos coturnos.
Os que mais avançaram, assim como nas temporadas passadas, estão Rick Owens e Saint Laurent, como bem escreveu o Sylvain Justum, do especializado Hypercool.
Mas enquanto a coluna HORA H não vai ao ar na sexta, fiquem com o belíssimo vídeo que Bruce Weber fez para a coleção de Saint Laurent. Estão lá a sensualidade masculina e o homoerotismo que o fotógrafo sempre nos mostrou, mas acrescido de um diálogo muito delicado que ele propõe com outro fotógrafo Bunny Yeager e de pensamentos de Bruce Weber. Mais uma vez, vale a pena ver que quando a moda não fala somente dela, é que está o poder de ser uma linguagem poderosa.